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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Modalizadores do discurso - exercícios

 Os modalizadores do discurso modificam a maneira como o discurso é lido ou ouvido. Algumas dessas maneiras podem ser: a) necessidade ou possibilidade, b) certeza ou incerteza, c) obrigatoriedade ou não obrigatoriedade.

Leia as frases abaixo e escreva  como você pode interpretá-las. Não se esqueça de colocá-las dentro de um contexto de situação , pois dependendo do contexto e do ponto de vista do leitor,  a interpretação pode ser alterada.

a) Pode ser que chova amanhã, mas certamente choverá quando a lua for cheia.
b) O governo tem a obrigação de oferecer uma escola pública de boa qualidade.
c) Com certeza a lei seca não vai pegar no Brasil.
d) Talvez a sociedade se torne menos violenta com o passar dos séculos.
e) Isso pode não ser tão importante para as pessoas.
f) Você tem que estudar mais. Está gastando tempo e dinheiro.
h) É possível que você faça essa tarefa com maior rapidez.
i) O consumo de energia elétrica sem consciência deve terminar.
j) Já não se pode falar sobre a falta de recursos financeiros como antigamente.
l) O esporte no Brasil deveria receber mais apoio.
m) Não há dúvidas de que a legalização das drogas será ruim para o Brasil.
n) Este assunto deve ser examinado com muito cuidado.
o) O congresso brasileiro com certeza terá o bom senso de não aprovar tal lei.
p) Certamente nada irá mudar, se não houver vontade política.
q) Ao terminar a prova os alunos podem sair para o pátio.
r) Ao terminar a prova os alunos devem sair para o pátio.
s) Há ainda a possibilidade de seu pai concordar com sua proposta de vida.
t) Aí, então, você não precisará mais se preocupar com a falta de dinheiro.

Se você respondeu com cuidado o exercício acima pode encontrar a resposta aqui

terça-feira, 27 de março de 2012

Linguagem regional

São textos que circulam pela internet, mas ótimos exemplos de linguagem regional. Aprendendo e se divertindo. Eu fiquei imaginando como ficaria em uma atividade teatral.

ASSALTANTE BAIANO
Ô meu rei... ( pausa ) 
Isso é um assalto... ( longa pausa )
Levanta os braços, mas não se avexe não..( outra pausa ) 
Se num quiser nem precisa levantar, pra num ficar cansado .. 
Vai passando a grana, bem devagarinho ( pausa pra pausa ) 
Num repara se o berro está sem bala, mas é pra não ficar muito pesado. 
Não esquenta, meu irmãozinho, ( pausa )
Vou deixar teus documentos na encruzilhada .
 

ASSALTANTE MINEIRO 

Ô sô, prestenção
issé um assarto, uai.
 
Levantus braço e fica ketin quié mió procê.
Esse trem na minha mão tá chein de bala...
Mió passá logo os trocados que eu num tô bão hoje.
Vai andando, uai ! Tá esperando o quê, sô?!
 

ASSALTANTE CARIOCA
 
Aí, perdeu, mermão
Seguiiiinnte, bicho
Tu te fu. Isso é um assalto .
Passa a grana e levanta os braços rapá .
Não fica de caô que eu te passo o cerol....
Vai andando e se olhar pra tras vira presunto



ASSALTANTE PAULISTA 

Pô, véiu ...
 
Isso é um assalto, manu
Alevanta os braços, meu
Passa a grana logo, véiu
 
Mais rápido, manu,
Só "cente e vinte",meu
Pô, se manda, vaza.
 

 

ASSALTANTE GAÚCHO
 
O gurí, ficas atento
Báh, isso é um assalto
Levanta os braços e te aquieta, tchê !
Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê.
Passa as pilas prá cá ! E te manda a la cria, senão o quarenta e quatro fala.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Vídeos de incentivo à leitura. Artigo de opinião

Os dois vídeos abaixo são interessantes para discutir com os alunos a importância da leitura.
Após visualizar os dois vídeos os alunos poderiam ser incentivados a escrever um artigo de opinião sobre a importância da leitura.






segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Leitura e produção de textos - linguagem regional


O texto abaixo é interessante para se estudar com os alunos a diferenças de linguagem.  Uma atividade interessante é pedir aos alunos que reescrevam o texto em linguagem culta e depois discutir com eles se muda alguma coisa na significação do texto. É importante, também, falar da adequação da linguagem, o texto culto não vai ter a mesma graça do texto na linguagem regional. Essas observações fazem com que o aluno aprenda que dependendo do contexto a linguagem que se pede é outra.



segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Meu filho ainda não sabe ler


Um texto interessante para professores e pais ansiosos

Por que meu filho ainda não sabe ler e escrever?




Mais um ano letivo se inicia, e com ele, muitos sonhos e projetos se renovam. Para os alunos que já freqüentam a escola há algum tempo, é sempre a promessa de um ano melhor, com mais atenção, com mais dedicação e notas melhores. Promessa nem sempre cumprida, diga-se de passagem. Para os que estão iniciando numa escola nova, é a expectativa de novos professores, novos colegas, novas caras, novas cobranças e o medo de não se adaptarem ao novo. Mas para aqueles que estão ingressando pela primeira vez na escola básica, a famosa primeira série do ciclo básico, é um mundo novo, com as expectativas redobradas e o sonho de finalmente aprender a ler e escrever. E é sobre esse sonho/pesadelo que quero falar aqui, porque a primeira série e todo o processo de alfabetização da criança tornam-se para alguns pais e filhos motivo de angústia e desespero, quando deveria ser um momento de alegria e de puro prazer.
Não existe nenhuma lei nem nenhum decreto que determine que a criança deva aprender a ler e a escrever na primeira série do ciclo básico, no entanto, por um consenso social, ficou oficializado que era na primeira série que isto deveria acontecer. Possivelmente, esta obrigatoriedade é ainda herança dos tempos em que a alfabetização era iniciada na primeira série, quando a professora, de fato, ensinava o bê-a-bá, e o que se fazia, de fato, era juntar bê mais a com o auxílio da cartilha, onde havia uma série de frases prontas, sempre seguindo a ordem alfabética.
Na ansiedade de verem seus filhos lendo e escrevendo o mais cedo possível, alguns pais acabam transformando esse momento tão rico e tão difícil para a criança num pesadelo de cobranças, de queixas e de reclamações, que respingam por todos os lados, desde a própria criança até a professora, atingindo a escola, o método de ensino, o material pedagógico, etc, gerando uma angústia que muito atrapalha o processo, que por si já é extremamente difícil para a criança. Então, antes que a ansiedade aflore e que as queixas comecem a pipocar por todos os lados, vamos esclarecer alguns pontos sobre o que, realmente, é aprender a ler e escrever
Com as descobertas da Psicogênese da Língua Escrita, ou melhor, com a descoberta de como se dá o processo de aquisição da língua escrita, muita coisa mudou na concepção do que é alfabetização. A primeira delas é que ler e escrever são um processo de construção interna (assim como todos os processos de aprendizagem humana ocorrem de dentro para fora do sujeito) que começa bem antes de a criança entrar na escola e vai muito além da primeira série. 
Começa quando ela se dá conta de que existe uma língua que se fala e uma língua que se escreve, e que escrever é transformar a língua falada num código gráfico simbólico, o que exige uma elaboração mental extremamente complexa. Para dominar esse novo código ela precisará de alguns anos. Mas esse processo é longo e difícil para a criança, pois não é resultado da acumulação de informação sobre sílabas, alfabeto e letras, e sim a transformação das hipóteses que ela constrói em seu esforço para compreender o que é para quê serve e como funciona a escrita. Sendo uma construção absolutamente pessoal, individual, interna e intransferível, é, portanto, impossível para alguém determinar com precisão em que momento ela acontecerá. Ao contrário do se pensava até há algum tempo, que escrever era juntar letras e sílabas, e que ser alfabetizado era saber escrever o próprio nome, hoje só é considerado efetivamente alfabetizado o sujeito que:

a) Compreende as funções da língua escrita na sociedade (para quê serve a escrita)
b) Compreende as diferenças entre desenho e língua escrita (grafismo figurativo e grafismo simbólico)
c) Apropriou-se do código lingüístico a ponto de poder usá-lo para comunicar-se através dele
d) Consegue ler e levantar questões diante de um texto
e) Percebe que a escrita é importante na escola porque é importante fora dela.O que se sabe é que crianças que têm mais acesso a diversos portadores de textos (livros, revistas, jornais, gibis, rótulos de embalagens, etc); que convivem mais com situações de leitura (pessoas lendo ao seu redor) e ouvem pessoas lerem para elas, aprendem a ler e escrever com mais rapidez e facilidade. Crianças que convivem em lares de pessoas letradas e que fazem uso constante da escrita, aos dois anos de idade já brincam de escrever e rabiscam o papel dizendo que "estão escrevendo". Isto significa que já compreenderam que existem outras formas de comunicação além da fala, e que uma delas é a escrita. Com o tempo transformarão esses "rabiscos" em escrita de verdade. Mas para isso precisarão de nosso apoio, de nossa compreensão e de nosso encorajamento. Cobranças, queixas e críticas não ajudam ninguém a aprender nada.Se quisermos que nossos filhos aprendam de verdade, o melhor a fazer é lermos muitas histórias, oferecermos muitos livros de histórias infantis, muitos gibis, muitas revistas e enchermos a casa de lápis de cor e de papel para que possam rabiscar e desenhar à vontade suas próprias idéias. E um dia, quando menos esperamos, no café da manhã eles nos surpreendem lendo Mar-ga-ri-na ou escrevendo num pedaço de papel com uma letra desafiadora e mal equilibrada: u meu pai e legau. Nesse dia, damos a mão à palmatória e dizemos: Muuuuuuuuiiito bemmmmm!!! É tudo o que se deve dizer a quem se esforçou tanto par achegar até aí. Com o tempo eles perceberão que a nossa língua tem muito mais dificuldades do que se possa imaginar. Mas isto é outra história que fica para outra vez. Por hoje, basta comemorar.
     
Cybele Russi é Pós-graduada em Psicopedagogia                                                                                                                                        Clínica e Institucional

domingo, 22 de novembro de 2009

Palavras afro-brasileiras


Achei este artigo muito interessante para usarmos em nossas aulas de português


Culturas africanas influenciaram nosso idioma

Heidi Strecker*


O português que falamos no Brasil tem muitas palavras de origem africana, você sabia? Isso acontece porque - principalmente durante o período colonial - os negros foram trazidos da África comoescravos, para trabalhar na lavoura.

Os africanos trouxeram consigo sua religião - o
candomblé - e sua cultura, que inclui as comidas, a música, o modo de ver a vida e muitos dos seus mitos e lendas. Trouxeram ainda - é claro - as línguas e dialetos que falavam.

Os povos bantos, que habitavam o litoral da África, falavam diversas línguas (como o quicongo, o quimbundo e o umbundo). Muitos vocábulos que nós usamos freqüentemente vieram desses idiomas. Quer exemplos? "Bagunça", "curinga", "moleque", "dengo", "gangorra", "cachimbo", "fubá", "macaco", "quitanda"...

Outras palavras do português falado no Brasil também têm 
raízes africanas. Muitas delas vêm de diferentes povos do continente, como os jejes e os nagôs (que falavam línguas como o fon e o ioruba). Palavras como "acarajé", "gogó", "jabá" e muitas outras passaram a fazer parte do nosso vocabulário, foram incorporados à nossa cultura. Em geral, trata-se de nomes ligados à religião, à família, a brincadeiras, à música e à vida cotidiana.

Quer um exemplo bem trivial? "Bunda". Essa palavra também é africana, pode ter certeza. Se não fosse por ela, teríamos que dizer "nádegas", que é efetivamente o termo português para essa parte do corpo humano. Da mesma maneira, em vez de "cochilar", teríamos que dizer "dormitar". Em vez de "caçula", usaríamos uma palavra bem mais complicada: "benjamim". Empolado, não é?

Dizem que a língua banta tem uma estrutura parecida com o português, devido ao uso de muitas vogais e sílabas nasais ou abertas. Deve ser verdade, observe os sons da palavra "moleque" e de "gangorra". Parece também que o jeito malemolente (isto é, devagar e cheio de ginga) de falar facilitou a integração entre o banto e o português.

A verdade é que hoje a gente usa tantas palavras africanas que nem repara em sua origem. Quer ver? O que seria do Brasil sem o "samba"? E tem mais: "cachaça", "dendê", "fuxico", "berimbau", "quitute", cuíca", "cangaço", "quiabo", "senzala", "corcunda", "batucada", "zabumba", "bafafá" e "axé". Para quem não sabe, "bafafá" significa confusão. E "axé" é uma saudação com votos de paz e felicidade.

*Heidi Strecker é filósofa e educadora.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Cuidar da água




É preciso cuidar da água





ÁGUA DOCE, DOCE ÁGUA
EVELYN HEINE
DE MAR É FEITA A TERRA,
DE ÁGUA É FEITA A GENTE.
ABAIXO O DESPERDÍCIO!
POUPAR ÁGUA: COISA URGENTE!

CLARA, DOCE OU GELADA,
VERDE, AZUL OU TRANSPARENTE,
SEM A ÁGUA NÃO HÁ NADA.
NEM FLORESTA, NEM SEMENTE.

ÁGUA DOCE MATA A SEDE,
ÁGUA DOCE É A QUE LAVA.
CACHOEIRA, RIO OU FONTE...
SÓ NÃO PODE SER SALGADA.

TANTO BATE ATÉ QUE FURA,
DIZ DITADO POPULAR...
CUIDA DELA! VOCÊ JURA?
VAMOS ECONOMIZAR!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Prova Brasil - descritores da avaliação de português

A Prova Brasil avalia a proficiência em leitura .O quadro abaixo mostra os descritores cobrados.




Fonte: Nova Escola
Conhecer os descritores ajuda o professor a preparar as atividades de leitura para seus alunos.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

domingo, 20 de setembro de 2009

Consciência fonológica



Prata, preta, prota


Olha o capeta
Chupando chupeta
Fazendo careta
Pro boi da cara preta


Prata, preta, prota
Prota, prata, preta


Quem tem medo da careta
De um capeta
De chupeta?


O poema é da Regina

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Tarefa Cloze...

 Utilizei o exercício a seguir em minhas aulas de português. Gostei do resultado. A tarefa oportunizou várias discussões entre os alunos. Essas discussões foram desde as pistas que o texto oferecia para que se construísse um sentido até as regras ortográficas. 


O professor pode utilizar vários tipos de textos e adaptar a tarefa de acordo com a necessidade da aula e da turma.







Leia o texto a seguir e complete as letras que faltam nas palavras para que o texto ganhe um sentido.

LENDAS BRASILEIRAS – SAPUCAIA-OROCA (NORDESTE) xxxxxxxxxxxxxxx

Há muito tempo atr__s, uma tribo de índios __avia construí__do uma cidade 
Completame__te di__erente das aldeias que costumava fa__er. Era uma cidade rica, com Ca__as e palácio__ de o__ro. As ruas ti__am sido cobertas de pedras pré__io__as, que brilhavam mais que as estrelas. 


Costumava__ dar fe__tas que durava__ dias e dias, e andavam ricamente vê__tidos.
Com o tempo, aço__tumaram-se com esta vida de ó__io, e nem queriam saber de traba__ar. Como eram ricos, compravam o que preci__avam das aldeias vi__inhas.
Tupã não estava gosta__do, e mandou-lhes vários avisos, mas eles nem tomavam conhecime__to.
x
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 
Abo__ecido, Tupã fe__ cair uma tremenda __uva, que durou muitos dias. E a água come__ou a subir. Tupã queria que eles deixa__em a cidade e come__assem a trabalhar novamente mas, aga__ados às suas rique__as, os índios se recu__avam a sair de lá. 
xx


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Onde antes havia a cidade, formou-se um grande rio. Mas Tupã não dei__ou que morre__em afogados. Os índios continuaram a viver dentro da água! Di__em que sua vida não é má, mas que __entem muita saudade de ver o céu, o __ol, o vê__de das árvores e as flores. Também voltaram a trabalhar. x
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Quem pa__a por perto da cidade submer__a di__ que ouve galos cantando dentro do rio. São espíritos protetores dos índios, que ca__tam para alertar aos __abitantes da superfície para que não inço__am no mesmo e__o.

Devido a e__es espíritos protetores que cantam como galos é que a cidade recebeu seu nome: sapucaia-oroca significa ‘galinheiro’...
 
BASEADO EM “HISTÓRIAS E LENDAS DO BRASIL” – ED. APEL


terça-feira, 8 de setembro de 2009

Poesia para o dia das árvores

Velhas Árvores 


Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores moças, mais amigas,
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...


O homem, a fera e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres da fome e de fadigas:
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores das aves tagarelas.


Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo. Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem,


Na glória de alegria e da bondade,

Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!

Como lavar as mãos em tempo de Influenza A

Lavar bem as mãos em tempo de Influenza A é muito importante. Veja com fazê-lo clicando aqui

Pátria - Olavo Bilac

A Pátria

Olavo Bilac

Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!

Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha...

Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!

Criança! não verás país nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!

domingo, 30 de agosto de 2009

Professor para o século XXI

Pulando de blog em blog encontrei no espaço "Rosylayne" ( merece ser visitado) a seguinte gravura que mostra como deve ser um professor antenado no século XXI.

O professor, atualmente, tem a seu dispor uma série muito ampla de recursos tecnológicos. Parece até que esses recursos salvarão o ensino e que o quadro e giz são absoletos. Primeiramente, não devemos nos esquecer de que quadro e giz também são recursos tecnológicos e que um dia já foram top de linha.

Mas uma reflexão faz-se necessária: de que adianta os recursos tecnológicos se não forem usados como ferramentas didáticas e se o professor não for capacitado para tal uso? Quantos laboratórios de computação estão apenas enchendo de poeira porque o professor ainda não se apropriou desse espaço e se sente amedrontado diante dele? 


Por outro lado, o aluno vê nos recursos tecnológicos apenas a opção de lazer e relações sociais, raramente os aspectos voltados para a aprendizagem. Eu abri um perfil de orkut denominado sala de aula 08 com a finalidade de interagir com meus alunos com finalidades educacionais. Eles me interpelaram "mas professora, orkut não foi feito para estudar..." Só os mais interessados passaram a utilizar raramente o espaço.
Bem, não me dou por vencida!!! Na escola estadual em que trabalho a inclusão digital começou há pouco tempo. Mas mesmo em outras escolas em que o uso de salas de informática já são mais tradicionais a apropriação ainda é pequena.
A velha dobradinha quadro e giz ou sua versão mais moderna, quadro branco e pincel, ainda têm o comando.
Porém não se enganem quanto à minha pessoinha: adoro uma tecnologia.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Influenza A- Vocabulário




Descubra palavras ou expressões ligadas à Influenza A






CALAFRIOSSSSDSSD
DFEBREALTAASOSSO
OSSSSSSSTASSRFFR
RRRRRRRRRMRRERRE
ESPIRROSAIIISIIS
SOOVOOOOTFJJNGJN
MEDICOSUALDDORDA
UUURUUUUMUDTCIDS
SYYUYYYYENIIOPIA
CCCSXXXXNAGGREHR
UHHHHUUUTROOPSOT
LUUUGGGGOIIIOUSI
ATINFLUENZAATIPC
RRYYYYYYYEJCUNIU
EGGGGGRJJSUUUATL
SYTOSSEYYCYIYYAA
UUHUUUMUUOUDUULÇ
AAIAAAEEEREAEEEÕ
GGGGGGDGHRHDHHHE
IIIIIIIIIEIOIIIS
KKEKKKOKKNKSKKKK
OONOOOSOODOOOOOO
LLELLLLLLOHHHHHH

Para imprimir essa atividade, basta selecionar e colar num editor de textos. É possível assim formatar a tabela como você achar melhor.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Poesia- A festa da primavera

vogel069.gif (7245 bytes)

A FESTA DA PRIMAVERA

Inquietos passarinhos
construindo seus ninhos
pois,logo virão os filhotinhos


Flores por toda parte
cada cantinho é uma obra de arte.

Nos jardins, vaidosas rosas
abrem ao sol as pétalas formosas,
 enquanto as tranquilas violetas,
esperam os beijos das borboletas.

S
ons, luzes e cores
Os bichinhos e seus amores

E toda a floresta
se transforma numa grande festa.

O poema é da Regina e o gif do site maniagif

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Teste da Gripe Suína










Testando seus conhecimentos sobre a Gripe Suína:

Marque V ou F


  1. Se vivo, o vírus suíno dura até 10 horas numa maçaneta ou superfície lisa. ( )
  2. O álcool gel torna o vírus inativo e mata-o.( )
  3. A via aérea não é a mais efetiva para a transmissão do vírus, o fator
    mais importante para que se instale o vírus é a umidade, (mucosa do
    nariz, boca e olhos) o vírus não voa e não alcança mais de um metro de
    distância. ( )
  4. O ambiente de um avião é um meio pouco propício para você ser contagiado. ( )
  5. São medidas para evitar o contágio: não passar as mãos no rosto, olhos, nariz e boca. Não estar com gente doente. Lavar as mãos mais de 10 vezes por dia. ( )
  6. Em média de 5 a 7 dias e os sintomas aparecem quase imediatamente. ( )
  7. Você pode ser infectado por contato ao dar a mão ou beijar no rosto de alguém e pelo nariz, boca e olhos.( )
  8. O vírus não é mortal, o que ocasiona a morte é a complicação da doença causada pelo vírus, que é a pneumonia. ( )
  9. Os familiares de pessoas que tiveram a gripe podem ser portadores e formar uma rede de transmissão. ( )
  10. A água das caixas de água e reservatórios não transmitem o vírus porque contém químicos e está clorada. ( )
  11. A pessoa não morre por causa do vírus, mas por uma série de reações como deficiência respiratória, a pneumonia severa...( )
  12. Uma pessoa se torna transmissora do vírus desde que se tenha o vírus, mesmo antes dos sintomas aparecerem.( )
  13. A probabilidade de se recair com a mesma doença é 100% ( )
  14. Quando uma pessoa portadora espirra ou tosse, o vírus pode ficar nas
    superfícies lisas como maçanetas, dinheiro, papel, documentos, sempre
    que houver umidade. Já que não será esterilizado o ambiente,
    recomenda-se extremar a higiene das mãos. ( )
  15. As pessoas asmáticas são pacientes mais suscetíveis, mas ao tratar-se de um novo germe todos somos igualmente suscetíveis. ( )
  16. As pessoas de idade entre 20 e 50 anos de idade não constituem um grupo de risco.( )
  17. Existem algumas máscaras de maior qualidade que outras, mas se você não está doente é pior, porque os vírus pelo seu tamanho a atravessam como se essa não existisse e ao usar a máscara, cria-se, na zona entre o nariz e a boca,
    um microclima úmido próprio ao desenvolvimento viral: mas se você já
    está infectado, use-o para não infectar aos demais. ( )
  18. Fazer exercícios ao ar livre é permitido, pois o vírus não anda no ar nem tem asas. ( )
  19. Tomar vitamina C não serve para nada para prevenir o contagio deste vírus, mas ajuda a resistir seu ataque. ( )
  20. Ninguém está a salvo do vírus, o que ajuda é a higiene dentro de lar, escritórios, utensílios e não ir a lugares públicos. ( )
  21. Mulheres grávidas constituem um importante grupo de risco e deve ser protegido pela saúde pública. ( )





Respostas- Apenas as afirmativas 13 e 16 são falsas